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quarta-feira, 16 de maio de 2007

Sede da Casa do Poeta Rio-Grandense

Convite para a Inauguração
da Sede da Casa do Poeta Rio-Grandense






sábado, 5 de maio de 2007

AMAR VOCÊ

Nos minutos e segundos que se vão

Amar, Amar completamente.
Ser a janela da sua noite
paixões e devaneios

música de seu momento
luminar o caminho.

Amar você!
Sentir o sol constante com o tempo

nos primeiros raios do dia.
Nas asas arco-íris de ilusões.
Ser o sabor suave,
ora amargo, ora doce.
Amar Você!
Leve como o vento.

Marynês Bonacina
POA, 10-12-2006. 02:46

terça-feira, 17 de abril de 2007

domingo, 8 de abril de 2007

Páscoa

Marines Bonacina

Um tempo:
De partilhar, renovar, Paz, Vida, Amor.
Nesta festa cristã que inspira os poetas ao encanto dos sonhos,
das flores misteriosas guardiãs de tantos segredos.
O anjo acorda a lira adormecida, que nos campos verdes, colhem flores,
aos delicados acordes, nascem os seguidores...
Entrelaçados no amor divino, pureza da Paz.
Momentos de confraternização...
Do que não vê... não toca: na chuva que levou a dor.
De mais uma alegria, sentir o sangue a pulsar nas veias.
De sonhar no vôo, magia de renascer!

terça-feira, 27 de março de 2007

O Poeta

Marinês Bonacina

O poeta simplesmente,
Se alimenta de poesia.
Poesia, que toca a alma
Que envaidece o coração,
E que traz o brilho no olhar:
Olhar de quem ama a vida,
De quem contempla a natureza
Na simplicidade
De uma folha,
Amarelada pelo tempo.
Para entender esse poeta,
Só outro poeta,
ou quem ama a poesia.

El Poeta
Marinês Bonacina
Traducción: Paulo Monti

El poeta sinplemente,
Se alimenta de poesia.
Poesia, que toca el alma
Que envanece su corazon,
Trayendo el brillo en su mirar:
Mirar de quién ama la vida,
Y contempla la naturaleza
En la simplicidad
De uma hoja,
Amarilla por el tiempo.
Para comprender al poeta,
Sólo otro poeta,
O quien ama la poesia.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Crepúsculo

Marinês Bonacina

Nos passos do sol,
Perco-me no tempo e no silêncio,
Navegando neste universo.

As cores, deixam-me extasiada. . .
No desenho de cada nuvem . . .
Não canso-me deste prazer:
Lentamente, passo a passo, afago
O meu sonho esquecido.

Às vezes o frio reflete lento
No rio Guaíba, triste e manso,
O tempo que passou.

Meu desejo refaz-se no crepúsculo avermelhado,
Renovo o sonho de um eterno viver.
Quisera passar toda esta emoção ao mundo.

Ter o anjo da nuvem. . . uma miragem
Que perde-se na memória. . . para abraçar.

E no pôr-do-sol . . . tombar à luz, desejar,
A intimidade da lua para amar.


Crepúsculo
Marinês Bonacina
Traducción: Paulo Monti

En los pasos del sol,
Me pierdo en el tiempo y en el silencio,
Navegando en este universo.

Los colores, me extasian. . .
En el dibujo de cada nube. . .
No me cansa este placer:
Lentamente, paso trás paso, acaricio
Mi olvidado sueño.

A veces el frío ilumina
en el río Guaíba, triste y suave,
El tiempo que ha pasado.

Mi deseo renace en el crepúsculo enrojecido,
Renuevo el sueño de un inmortal vivir.
Quisiera pasar esta emoción al mundo.

Tener al ángel de la nube. . . un espejismo
que si pierde en la memoria. . . para abrazar.

Y en el ocaso. . sucumbir a la luz, desear,
La intimidad de la luna para amar.

Ônibus

Marinês Bonacina

No final da tarde,
Em qualquer ônibus,
Diferenças e semelhanças nos aproximam.
Eu, movimento, direção.
Você, o bilhete de entrada.
Eu, lembranças e poesia.
Você, o grito da parada.
Eu, idéias, espírito e carne.
Você, matéria crua, ferro, vidro.
Eu, chegada incerta.
Você, parada certa.
Eu sou pó, no fim da caminhada.
Você, muita poeira na estrada.


Omnibus
Marinês Bonacina
Traducción: Paulo Monti

Al fin de tarde
En cualquiera omnibus,
Diferencias y semblanzas nos acercan.
Yo, movimiento, dirección.
Tu, el billete para seguir.
Yo, recuerdos y poesía.
Tu, el grito de parada.
Yo, ideas, espiritu y carne.
Tu, elemento crudo, fierro, vidrio.
Yo, llegada incierta.
Tu, parada cierta.
Yo soy polvo al fin de la jornada.
Tu, polvaredo en la rodovía.

Grito da Vida

Marinês Bonacina

No universo,
somos viajantes interplanetários.
Busco o mistério do espaço cósmico,
O alerta da natureza,
no cenário azul do infinito.
O fio de sol queima . . .
Sinfonia universal,
no grito do planeta terra,
que repudia a poluição.
Testemunha o vento
no coração de Gaia.
O mundo dos produtos químicos:
o homem de máscara afivelada!
Chora a mata em destruição,
o rio sangra . . . Beijando o mar.
Assim, a espessura dos sonhos,
a intocável atmosfera,
entre as camadas
da consciência, apaga-se.
Talvez, um dia . . .
o homem registre no laboratório central.

Caixa da Vida

Marinês Bonacina

O tempo levou o momento,
Sonhos refletidos nas quatro estações.
Leio o eclipse da vida,
Nos pontos luminosos,
O silêncio do espelho. . .

Na porta de outra vida
Os segredos dos viventes.

Escorre os segundos pelos dedos do tempo.
O papel, o número, a letra. . .
A magia do amor, uma revoada.
A colheita na caixa da vida.

Publicado na coletânea 40 anos da Casa do Poeta Riograndense


La caja de la vida
Marines Bonacina
Traducción: Paulo Monti

el tiempo llevó el momento,
Sueños reflejados en las cuatro estaciones.
Leo el eclipse de la vida,
En los puntos luminosos,
El silencio del espejo. . .

En la puerta de otra vida
los secretos de los viventes.

Escurri los segundos entre los dedos del tiempo.
El papel, el número, la letra. . .
La magia del amor, una revolada.
La cosecha en la caja de la vida.

domingo, 25 de março de 2007

Cafezinho Poético

Sarau Poético Musical - Nº 514
03/04/07


Primeiro Sarau da CAPOLAT

No dia 14 de março, Dia Nacional da Poesia e do nascimento do poeta baiano Castro Alves a CAPOLAT - Casa do Poeta Latino-Americano, realizou o primeiro sarau no Teatro Glênio Peres na Câmara Municipal de Porto Alegre. Com a participação da presidenta da Câmara, vereadora Maria Celeste da Silva (PT), a qual, abriu o evento com a presença da poeta Jussara Cony, representando as mulheres poetas do estado e com as participantes da coletânea “Mulheres Poetando”. O sarau teve o apoio da Revista Literária Paralelo 30 (revista virtual), do Partenon Literário, da Casa do Poeta Brasileiro, da Casa do Poeta Rio-Grandense e da Legião da Boa Vontade (LBV). Na oportunidade, a Presidenta da Casa do Poeta Rio-Grandense e Casa do Poeta Latino-Americano, Sra. Marinês Bonacina, recebeu uma bela homenagem da LBV na forma de um lindo buquê de flores e cartão feito com muito carinho pelas crianças atendidas pela Instituição em Porto Alegre. Em agradecimento, a Sra. Marinês Bonacina pediu que fosse lido o Poema Amigos e Ao Cristo com Decisão, de autoria de Paiva Netto, Dirigente da LBV, anexados ao cartão que recebeu. “Em entrevista à Super Rede Boa Vontade de Rádio, AM 1300, a Sra. Marinês Bonacina agradeceu a presença da LBV ao evento e anunciou uma grande homenagem que realizará (com data a ser definida) ao Diretor-Presidente da LBV, José de Paiva Netto, com a Medalha Nelson Fachinelli". O sarau teve início às 19:30h terminando às 22:00h com a concorrência de nada menos do que vinte e oito poetas; do professor de música e violonista da Casa do Poeta, Vilmar Santana-Massaretti do músico e saxofonista Sangar Luis Vidal e a participação do radialista Alex Dias representando a LVB.
Fonte: site da LBV - http://www.boavontade.com/



Foto: tonico álvares CMPA
Presidente da Câmara de Vereadores Maria Celeste

Homenagem recebida da LBV


Convite oficial do Sarau Poético Musical

Poetas Anjos

Marinês Bonacina

São rios que seguem
para o mar de palavras...
Sabem um pouco de tudo
trazem um pouco de nada.
São anjos caídos...
Muito sensíveis,
confundidos com deuses,
na simplicidade das palavras...
Senhores do dia,
anjos sem asas.
Senhores da noite
e de infinitas amadas.
Senhores da madrugada,
simples mortais,
anjos poetas.


Poetas Ángeles
Marinês Bonacina
Traducción: Paulo Monti

Són ríos que siguen
hasta el mar de palabras...
Saben un poco de todo
Traen un poco de nada.
Són ángeles caídos ...
Muy sensibles,
Confundidos con dioses,
En la simplicidad de las palabras ...
Señores del día,
Ángeles sín alas.
Señores de la noche
Y de infinitas amadas.
Señores de la madrugada,
Simples mortales,
Ángeles poetas.